Antropólito: Ídolo de Iguape

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Ficha Técnica

Réplicas de artefatos arqueológicos escala 1:1

Nome: Antropólito: Ídolo de Iguape
Período: Neolítico – 2500 A.P.
Cultura: Sambaquieira
Procedência: Sambaqui do Morro Grande (Estação Ecológica Juréia-Itatins), Iguape, SP
Tamanho aproximado: 12,6×10,6×3,0 cm
Peso aproximado: 865g
Material da reprodução: Esteatita (pedra sabão)

A imagem apresentada é referência, podendo ocorrer variações de peso e coloração devido ao trabalho artesanal desses produtos.
Crédito da imagem: Pedro Auricchio

Orientações para manuseio e conservação de réplicas

A descoberta do Ídolo de Iguape

O pesquisador Ricardo Krone (1862-1917), que morou em Iguape durante 30 anos, encontrou em 1906, uma estatueta antropomorfa (antropólito), esculpida em rocha magmática diabásica (diabásio), na qual foi utilizada a técnica de picoteamento e desbaste. Datada em aproximadamente 2.500 anos, esculpida pelo Homem do Sambaqui, que teve seu apogeu a 5.000 anos, a descoberta teria ocorrido durante uma de suas pesquisas no Sambaqui do Morro Grande, localizado na várzea entre o rio Das Pedras e o rio Comprido, hoje, Estação Ecológica Juréia-Itatins. O antropólito ficou conhecido no meio científico como ” Ídolo de Iguape “.

Existe uma curiosidade (dúvida?) sobre a peça, contada por tradição oral, que relata que por muito tempo o ídolo serviu de objeto de culto aos habitantes locais. Venerado como São Roque, a peça arqueológica não teria sido encontrada por ele em campo, mas sim no altar da capela da antiga vila.

Na década de 1960, foram feitas cópias em gesso e doadas a alguns museus do estado de São Paulo, entre eles o Museu Histórico Municipal de Iguape. A estatueta original encontra-se no acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.

 

Imagem de referência.

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Esta é uma imagem de referência de Ídolo de Iguape exposto no MAE.

Fonte: http://www.mac.usp.br/mac/expos/2015/usp80/galeria_eng.htm#

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