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OSCIP Instituto Pau Brasil

26/01/2019


Em 2009 a OSCIP Instituto Pau Brasil implementou a exposição “A Vida” com o objetivo de ampliar a primeira experiência que tiveram na Casa da Ecologia nos períodos de 2002 a 2008. Todas as réplicas utilizadas na exposição foram produzidas pela Terra Brasilis Didáticos. Uma das seções mais prestigiadas pelos visitantes foi exatamente a que abordava a evolução dos hominídeos.
As réplicas dos hemicrânios produzidos fizeram uma composição inédita com as obras do artista plástico José Luís dos Santos, que reconstituiu bustos de cada uma das espécies e dispostos em um cladograma tridimensional.
Este é mais um exemplo de como os hemicrânios de hominídeos podem ser utilizados como ferramentas pedagógicas. Neste caso, para entender as relações evolutivas entre os primatas e discutir aspectos importantes sobre evolução de nossa espécie.
Esta atividade com base na construção de um cladograma pode ser indicada para qualquer nível de ensino, diferindo na abordagem e aprofundamento que se quer dar aos estudantes em suas diferente faixas etárias e níveis de aprendizado.
Poderá ser montada como nas imagens apresentadas e a partir dela problematizar as diferentes relações filogenéticas. Ou os estudantes poderão, após pesquisa orientada, elaborar a disposição dos clados, numa atividade interativa e de resolução de problemas.
Que tal trabalhar esse tema e construir coletivamente a árvore genealógica dos hominídeos e compreender seu grau de parentesco e desconstruir aquela comum ideia de que “se o homem descende dos macacos, por que os chimpanzés e outros primatas não estão se tornando humanos?
Aceita o desafio?
Se quiser saber como montar o cladograma desses primatas, acesse aqui e obtenha o croqui com as principais informações para compô-lo.

Paulo Auricchio | Espaço Viva Ciência – Ubatuba – SP